Já pensou na inocuidade de ser-se inserido numa rotina justificadora? Quando olho a vida como um todo, sem a perspectiva tacanha do próximo mês ou do próximo ano vejo um aglomerado de futilidades. Para um ateu qual é o objectivo disto tudo? Darwin diria que se resume tudo a fazer perdurar os genes, mas sinceramente: estou pouco interessado em fazer vencer a minha linhagem, aliás, sou um especial adepto dos métodos contraceptivos. Lanço, por isso, aqui um repto: Consegue explicar-me o porquê de continuar por aqui sem utilizar as expressões “pequenas coisas”, “deixar marca” e “depois da morte”?
(Não, não estou à beira do suicídio. E não, não tente responder àquela questão, chama-se retórica)
(Não, não estou à beira do suicídio. E não, não tente responder àquela questão, chama-se retórica)
